Profa Dra Miriam Pillar Grossi
  • Professora Miriam Grossi é eleita para a secretaria da SBPC

    Com 60% de participação – o maior índice dos últimos dez anos – a votação nas eleições para renovação da Diretoria, Conselho e Secretarias Regionais da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) terminou nesta terça-feira, 22 de junho.

    Sete mulheres vão compor a diretoria, um número inédito na história de 73 anos da SBPC. São elas: Claudia Linhares Sales, atual secretária, eleita secretária-geral com 1.747 votos; as três vagas de secretaria, preenchidas pela professora do Departamento de Antropologia da UFSC Miriam Pillar Grossi (1.227 votos), juntamente com Laila Salmen Espíndola (1.016) e Francilene Procópio Garcia (939); e as duas vagas de Tesoureiras: a primeira ficou com Marimélia Porcionatto (1.698) e a segunda com Ana Tereza de Vasconcelos (1.312).

    De acordo com a professora Miriam Grossi, a maior participação das mulheres no campo científico brasileiro refletiu nas eleições. “A SBPC reflete este movimento, mas ele não é espontâneo, é fruto de um projeto político e de articulação. Na eleição dei muita ênfase em haver maior representação de mulheres”.

    Leia mais.


  • Aulas abertas UNICAMP: Teorias & Histórias da Antropologia

    A UNICAMP está organizando Aulas abertas com a temática da História da Antropologia. Segue a programação de com grandes especialistas brasileiros.

    Dia 12/05/2021 as professoras Miriam Grossi e Carmem Rial falarão das alunas de Mauss.

    Para mais informações, acesse o canal Youtube.


  • Texto sobre Violências contra mulheres na pandemia de Covid-19 está publicado

    O texto “Violências contra mulheres na pandemia de Covid-19: uma análise de notícias, memes e vídeos” escrito por Patricia Rosalba Salvador Moura Costa, Miriam Pillar Grossi, José Maria Valcuende de Río, Luisa Maria Ramos da Costa e Maria Luiza Vasconcelos Fernandes de Oliveira, foi publicado pela Revista del Laboratorio Iberoamericano para el Estudio Sociohistórico de las Sexualidades.

    Pode ser encontrado no seguinte link: https://www.upo.es/revistas/index.php/relies/article/download/5705/5099


  • Texto “Como as cientistas sociais brasileiras reagiram à pandemia” de Rodrigo Toniol e Miriam Pillar Grossi está disponível

    Dando continuidade às discussões sobre as ciências sociais em tempos de pandemia, iniciada com o Boletim Cientistas Sociais e Coronavírus, o  artigo “Como as cientistas sociais brasileiras reagiram à pandemia” de Rodrigo Toniol e Miriam Pillar Grossi foi publicado recentemente pela Revista Horizontes Antropológicos  e está disponível no seguinte link: https://www.scielo.br/pdf/ha/v27n59/1806-9983-ha-27-59-307.pdf

    A primeira série do  Boletim Cientistas Sociais e Coronavírus  foi publicada diariamente pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs) em parceria com outras associações científicas (ABA, SBS, ABCP e ACSRM), de março à julho de 2020. As publicações podem ser encontradas no seguinte link: http://anpocs.org/index.php/publicacoes-sp-2056165036/boletim-cientistas-sociais/2325-boletim-semanal


  • Para que servem as Ciências Sociais – Aula com a Profa. Miriam Grossi e Profa. Elisete Schwade

    Aula com Profa. Miriam Pillar Grossi e Profa. Elisete Schwade em evento do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que aconteceu no dia 07 de março de 2020.

    Vídeo disponível no canal do NIGS no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=4aDPwzbrjdY&ab_channel=NIGSAudiovisual

    Aproveitem!


  • A prof. Miriam Grossi fará a mediação em uma Roda de Conversa da SBPC SC.

    Nesse 08 de Março a prof. Miriam Grossi fará a mediação em uma Roda de Conversa da SBPC SC.
    Convidamos a todes que assistam, será às 18:00 no canal do Youtube da SBPC SC.

    Acesse aqui : link


  • Entrevista da Profa. Miriam Grossi para o Boletim do Goethe Institute: O poder dos protestos públicos A INDIGNAÇÃO COMO ARMA

    “É preciso existir vontade política dos governantes para os protestos conseguirem dar um passo além e transformarem suas pautas em políticas públicas”, diz a antropóloga Miriam Pillar Grossi, do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da Universidade Federal de Santa Catarina. Para ela, esse é o caso da Lei Maria da Penha. Promulgada em 2006, a legislação que dispõe sobre violência doméstica é considerada uma das mais avançadas do mundo pela Organização das Nações Unidas.

    Entrevista completa no link abaixo.


  • Profa. Miriam Grossi e NIGS participam do Congresso Virtual UFBA – 22 a 26 de Fevereiro


  • Livro Trabalho de Campo, Ética e Subjetividade. Miriam Pillar Grossi, Elisete Schwade, Anahi Guedes de Mello e Arianna Sala (org.)

    Acesse o livro aqui

     

    Esse livro reúne textos de uma vasta rede de pesquisadoras e pesquisadores que têm dialogado, alguns há 30 anos, sobre a temática da subjetividade na pesquisa de campo, na área de estudos de gênero, em particular na área da antropologia. Trata-se de um tema que, embora se constitua parte de toda a história da disciplina, insere-se em um processo dinâmico de auto-reflexividade em que novos temas e questões são relacionadas á ética na relação com os grupos estudados, ao “lugar de fala” da/o pesquisador/a, e as complexas relações entre a pesquisa acadêmica e a intervenção ativista. Nesse livro, tratamos da articulação entre questões metodológicas envolvendo trabalho de campo, ética e subjetividade, a partir do diálogo construído em múltiplas redes acadêmicas, envolvendo equipes de pesquisa financiada por três projetos CAPES-PROCAD que envolveram a UFSC, UFRN, UFBA, UFAM, UFG e UFRGS entre 2008 e 2016, na qual participaram inúmeros pesquisadores e pesquisadoras vinculadas á área de gênero, que publicam aqui. Também teve especial importância a articulação Ibero-americana proporcionada por esta vasta rede de instituições brasileiras com equipes de Universidades espanholas, mexicanas, argentinas, uruguaias, colombianas, peruanas, equatorianas e chilenas.

     


  • Livro Caminhos Feministas no Brasil – teorias e movimentos sociais. Miriam Pillar Grossi & Alinne de Lima Bonetti (org.)

    Livro Caminhos Feministas no Brasil – Ebook – Acesse Aqui

    Este livro é fruto do encontro de dois importantes centros de produção feminista acadêmica brasileira contemporânea – encontro que se deu através do apoio institucional do programa PROCAD/CAPES de intercâmbio de professoras e estudantes das duas universidades, entre 2009 e 2013. Apresentamos aqui uma pequena amostra do campo de estudos feministas/de gênero que se elabora na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A organização deste livro foi um esforço de sistematizar as inovações teóricas, metodológicas e temáticas deste campo, a partir das pesquisas feitas para teses de doutorado e dissertações de mestrado dos Programas de Pós-Graduação instituídos sob a égide do feminismo acadêmico: o Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM) da UFBA e o Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) da UFSC. Reafirmando a tradição epistemológica feminista interdisciplinar, esta coletânea reúne 12 capítulos de autoras e coautoras feministas acadêmicas cujas pesquisas transitam sobre os mais variados temas articulando questões-chave e centrais do pensamento feminista brasileiro. As análises sobre artevismo como produção de conhecimento feminista, a relação entre feminismo e prostituição, as identidades de resistência frente aos padrões de beleza e ao racismo, a performance de gênero entre mulheres lésbicas, a violência sexual em contextos ditatoriais, a luta pela igualdade do movimento de mulheres camponesas e as múltiplas modalidades de práxis feminista, como a pornografia feminista, o feminismo vegano, o feminismo popular, o hip hop feminista, e o feminismo cigano, nos fazem mergulhar na riqueza e pluralidade dos mares feministas contemporâneos.